Carol om vê tudo arte, vê arte nas caveiras virando pó, nos corpos se deteriorando, no menino de barriga grande defecando. Carol om vê tudo arte, no nascimento, na morte, no aconchego do olá doado, no consolo do tanto faz, nas diferenças das cores dos quadros e das peles. Carol om vê tanta arte que não da para ficar calada e tem a cara pintada, é cheia de raças.
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